Parque Natural Sintra Cascais assume gestão do espaço da Quinta do Pisão

Rebanhos nas suas encostas, zonas de produção agrícola, floresta sem acácias, um cenário idílico que parece passado mas pertence ao presente.É o que se quer no futuro do Parque Natural Sintra-Cascais (PNSC).


A 23 de Novembro, Dia Nacional da Floresta Autóctone, pelas 15:00, lançam-se os alicerces da estratégia e das parcerias que vão permitir uma gestão integrada e ainda mais consolidada do PNSC. Os compromissos são a recuperação da recente zona ardida e uma intervenção alargada para reforçar a função de proteção, conservação e lazer do Parque Natural.


É na Casa da Cal, na Quinta do Pisão, em plena área protegida, que vão ser estabelecidos três protocolos entre a autarquia e o Instituto de Conservação da Natureza (ICNF), a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) e o Centro de Ecologia Aplicada Prof Baeta Neves do Instituto Superior de Agronomia (ISA).

O  ICNF delega a gestão de 290 hectares do Perímetro Florestal do PNSC no Município de Cascais.

 Na sequência do incêndio de Outubro, a AGIF vai acompanhar a implementação do Plano de Recuperação Ecológica e Gestão da Paisagem da Peninha/Cresmina, enquanto o ISA contribuirá com a sua comunidade científica de excelência na monitorização e gestão territorial.

O que se pretende “é uma floresta bem cuidada e uma paisagem diversa com maior resiliência aos incêndios e mais adaptada às alterações climáticas.  O que se pretende é uma gestão florestal responsável que volte a pôr o parque natural a funcionar como um todo”, conclui a nota de imprensa.

Subscreva a newsletter oturismo.pt
captcha 

Publicidade

Actualidade