“A partida de Almeida Henriques é irreparável e faz de Viseu uma cidade órfã”

O edil de Viseu, Almeida Henriques, morreu, na madrugada deste domingo, vítima de covid-19, aos 59 anos.

Hospitalizado há um mês, António Almeida Henriques viu o seu estado de saúde agravar-se nos últimos dias, não conseguindo ultrapassar uma infecção respiratória provocada pelo novo coronavírus.

Advogado de profissão, António Almeida Henriques nasceu em Viseu, em Maio de 1961. 

Antes de presidir à autarquia, integrou o Governo de Pedro de Passos Coelho, ocupando os cargos foi secretário de Estado Ajunto da Economia e do Desenvolvimento Regional entre Junho de 2011 e Abril de 2013. Anteriormente foi deputado na Assembleia da República (de 2002 a 2011) e presidente da Associação Industrial da Região de Viseu (de 1994 a 2002) e vice-presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (entre 2005 e 2010).

Em declarações ao PÚBLICO, o vereador Jorge Sobrado (responsável pela co-organização do 13º ART&TUR - Festival Internacional de Cinema de Turismo, disse que “a partida de Almeida Henriques é irreparável e faz de Viseu uma cidade órfã”. Para o também autarca (sem quaisquer pelouros), o seu guião fica incompleto, “mas a memória do seu pensamento e acção merece ser preservada e defendida”.

Concluindo que “a sua liderança e o seu projecto representaram uma viragem de modernidade transformadora no concelho, que é agora interrompida brutalmente. Ele foi o intérprete de uma cidade de presente e de futuro, mais humana, mais económica, mais cultural, e foi um dos mais notáveis autarcas da sua geração”. 

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