“Sobreviver a Pão e Água” movimento manifesta-se a 25 de Novembro

“Sobreviver a Pão e Água” movimento manifesta-se a 25 de Novembro
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Movimento “Sobreviver a Pão e Água” agendou uma manifestação frente Assembleia da República para 25 de Novembro.



Para a manifestação de caracter nacional agendada para 25 de Novembro pelo Movimento “Sobreviver a Pão e Água” são esperados em Lisboa mais de 40 autocarros provenientes de todos os pontos do país.

Da organização daquele movimento foi recebido um comunicado dando conta de que a mesma “será uma demonstração que irá unir, à semelhança das anteriores concentrações, profissionais de vários sectores de actividade, tais como comércio, cultura, hotelaria, restauração e respectivos fornecedores”.


Esclarecem que a data escolhida, 25 de Novembro, o foi por ser o dia limite “para o pagamento de impostos ao estado, numa altura de claro desespero e incerteza em que os empresários e colaboradores de vários sectores se encontram.”

Mais adiante, o movimento em conflito lembra que “a actual situação atingiu o limite da sobrevivência dos negócios e dos postos de trabalho”, pois os meses de encargos são já muitos, as perspectivas poucas e o diálogo nem existe.


Face à situação de todos conhecida e tentar que os vários sectores sobrevivam “é exigida a adoção imediata do conjunto de medidas já apresentadas anteriormente”, que passam por “apoios a fundo perdido, aos restaurantes, bares, discotecas, organizadores de eventos, músicos, actores, produtores, entre outros, pela redução de horário, bem como, a todos os seus fornecedores directos e indirectos”.


E a organização desta manifestação esclarece de seguida que “o movimento “Sobreviver a Pão e Água” é apolítico, de âmbito nacional, positivo e aberto a todos os que estão a sofrer com medidas desmedidas, desproporcionais e injustas”, e que serão mais uma vez afectados pelo novo estado de emergência.


E a terminar o comunicado alerta apelando “ao respeito pela segurança e à boa conduta de todos aqueles que se pretendem juntar ao protesto, pedindo que se façam ouvir de forma ordeira, pacífica e em respeito pela Lei”.

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