Gus Van Sant tem salvo o Queer Lisboa 25

Gus Van Sant tem salvo o Queer Lisboa 25
Expresso

Van Sant nascido em 1957 em Louisville, no Kentucky, EUA, é um cineastas que trabalha alternadamente no cinema independente e no cinema mainstream.



Desde cedo interessado pelas artes plásticas, daí talvez o facto de os seus filmes serem de grande riqueza visual.
Van Sant chegou ao cinema através das artes plásticas, e é aí que se encontra a fonte da surpreendente riqueza das suas ideias visuais, que se manifestam de maneira marcante em filmes como Mala Noche, My Own Private Idaho ou Gerry.
Como as influências mais fortes do seu período de formação, ele aponta “os cineastas experimentais dos anos sessenta que também eram pintores” (com Andy Warhol à cabeça, sem que isto excluísse um interesse pelo cinema clássico hollywoodiano, visto porém com um enfoque diferente da cinefilia tradicional

Nome maior do cinema americano contemporâneo, Van Sant  é um dos poucos cineastas capazes de trabalhar alternadamente no cinema independente e no cinema mainstream ou de assinar obras encomendadas para outros contextos de exibição que não o da sala de cinema (os títulos escolhidos para este Ciclo dão conta desse carácter multifacetado da sua filmografia).
  Com temáticas recorrentes como a homossexualidade e as subculturas americanas, a sua obra é considerada essencial para o cinema independente norte-americano do último quarto do século e tem entre as suas melhores características, que vêm da sua formação como artista plástico, refinamento e nitidez visual, narrativa não linear e uma certa tendência para a abstração (de que Elephant será eventualmente o exemplo mais apurado)

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