No âmbito do Festival Queer Gus Van Sant conversa com espectadores na Cinemateca

Nesta segunda feira, 20 de Setembro, Gus Van Sant estará à conversa com os espectadores na Cinemateca depois da exibição de ”.


 Gus Van Sant Jr., nascido  a 24 de julho de 1952é um cineasta norte-americano formado na Rhode Island School of Design. Lá ele foi influenciado pela pintura e pelo cinema experimental. Em 1981, ele filmou com um baixo orçamento o filme Alice in Hollywood, que nunca foi lançado.

 

Falará ainda sobre a retrospectiva que será apresentada na Cinemateca e da escolha de “Carte Blanche”bem como de Andy a sua peça musical.

Gus Van Sant Jr. é um cineasta norte-americano formado na Rhode Island School of Design onde sofreu a influência  da pintura e do cinema experimental.

O projecto “Andy” surge depois da leitura do guião do filme sobre Andy Warhol que Gus Van Sant não conseguiu terminar no início dos anos 90. Chama-se “Andy” e é um musical, falado e cantado em língua inglesa, mas representado por uma equipa e elenco inteiramente portugueses. Gus também escreveu as canções, Paulo Furtado aka Legendary Tigerman trata da direção musical.

A estreia vai ser em Setembro, no Teatro D. Maria II, em Lisboa, no contexto da próxima edição da Bienal, prevendo-se que a peça circule de seguida por vários palcos europeus, ao longo de um ano.

Em colaboração com o festival 25.ª edição do Queer Lisboa, a Cinemateca organiza um pequeno ciclo dedicado ao realizador Gus Van Sant, que assim regressa à Cinemateca depois de, em 1995, aqui ter apresentado uma sessão com as suas primeiras curtas-metragens.


Van Sant (Louisville, Kentucky, EUA, 1952) é um dos raros cineastas capazes de trabalhar alternadamente no cinema independente e no cinema mainstream ou de assinar obras encomendadas para outros contextos de exibição que não o da sala de cinema (os títulos escolhidos para este Ciclo dão conta desse caráter multifacetado da sua filmografia). Os seus filmes abordam recorrentemente temáticas como a homossexualidade e a violência das subculturas americanas.



Para além de uma seleção dos seus filmes, feita pelo próprio realizador, o programa inclui (também escolhido por Van Sant), Chelsea Girls de Andy Warhol, que assume como uma das suas principais influências e o principal motivo da sua presença em Lisboa neste mês de setembro. A convite da bienal BoCA, Van Sant apresenta no Teatro Nacional D. Maria II a encenação da sua peça de teatro Andy sobre a vida do artista americano. Na Cinemateca, Gus Van Sant marcará presença nas sessões de Elephant e de Mala Noche.

 





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