Os 25 anos do Queer Lisboa, pautam-se por uma fraca programação

Querelle um filme de Rainer Fassbininder de 1982. abriu i Festicval de Cinema Queer, que celebra 25 anos


Na abertura do Festival João Ferreira, director do evento, lembrou o percurso do festival nestes 25 anos de exibições e das mudanças que entretanto se foram verificando.

Foram apresentados os elementos que compõem o respectivo juri das Competições Longa Metragem, Curta Metragem, Documentário, In My Shorts, Queer Art e Panorama. Foi também criado um Prémio do Publico.

Foi ainda revelado que o Queer Lisboa pretende levar a temática a outras localidades pelo que está projectado um programa de itinerância que terá lugar entre Novembro e a Primavera de 2022, em parceria com a associação ILGA-Portugal. São Miguel nos Açores será um dos locais que contará com a presença do Festival Queer.  

O Festival abriu com “Querelle” de Fassbinder, um filme de 1982, francês, mas aqui apresentado em inglês onde Jeanne Moreau, quase desaparece.

De salientar que foram muitos os convidados da organização que não marcaram presença, como Catarina Vaz Pinto responsável pela Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, que nos habituou à sua presença cordial e simpática
Os filmes e documentários anunciados não levantam muita curiosidade tanto pelos realizadores como pela temática que abordam.

No entanto as exibições diárias poderão trazer algumas surpresas, embora as películas já tenham alguns anos sobre a sua estreia

O Queer Lisboa decorrerá no cinema São Jorge e na Cinemateca Portuguesa, até dia 25 de Setembro e o Queer Porto, agendado para 12 e 16 de Outubro, está marcado para o Teatro Municipal Rivoli, Reitoria da Universidade do Porto e Maus Háb

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