Querelle foi o filme eleito para a abertura do Queer 2021

Querelle o filme que abriu esta edição que celebra os 25 anos do Festival Queer de Cinema é uma realização de Rainer Fassbinder.


Filme violento nas emoções e nas demonstrações de sentimentos, Querelle conta a história de um marinheiro cuja fragilidade é dissimulada através de uma violência de sentimentos. A história desenrola-se em Brest, num contratorpedeiro e a tripulação vai aos poucos deixando-se submeter ao poder que Querelle  vai exercendo.

Mas o próprio Querelle vai exercendo o poder que sente que pode ter um pouco a desnorte. No entanto  o resultado positivo que vai obtendo convence-o de que afinal ter poder e exercê-lo é bom. Uma palvra para Jeanne Moreau, que neste filme francês, falado em inglês quase desaparece na voragem das contradições que também lhe tocam.


O cunho de Fassbinder e toda a sua angústia  que é seu apanágio, atravessa o filme de forma quase sufocante.A controversia em que todo o filme se desenrola é desconcertante criando por vezes situações quase incompreensiveis.

A programação enunciada e a já  apresentada talvez não seja a melhor ou pelo menos a desejada para comemorar 25 anos de trabalho e de exibição de cinema Queer.

Sobre Fassbinder foi apresentado em Panorama o documentário "L?Enfant Terrible", de Oska rRoether

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