Queer Lisboa convida Gus van Sant para uma conversa ao vivo

Os 25 anos do Festival de Cinema Queer Lisboa, apresenta uma programação adequada à sua idade destacando a exibição de My Own Private Idaho de Gus Van Sant.

O Queer Lisboa é o único festival de cinema nacional "com o propósito específico de exibir filmes de temática gay, lésbica, bissexual, transgénero, transsexual, intersexo e de outras sexualidades e identidades não-normativas, num género cunhado internacionalmente como 'Cinema Queer'", segundo a organização.

Na sua página é também explicado que o Cinema Queer "atravessa toda a história do cinema e dos seus géneros, apesar de corresponder a um rótulo recente". Explicando que no início da década de 1990 vê-se surgir "uma nova linguagem cinematográfica que aponta para novas negociações das subjectividades ligadas às identidades sexuais e de género, muito por consequência directa dos efeitos da epidemia do VIH/sida e do seu impacto na criação artística".

O Queer Lisboa, "aproveitando as sinergias" ao longo de  quase 25 anos de actividade contínua, tem estabelecido "relações privilegiadas com alguns dos principais festivais congéneres europeus e mundiais, com os quais participa regularmente em actividades de permuta de programação, criação de redes de intercâmbio cultural e formativo, e aos quais os seus programadores e equipa se deslocam regularmente". Estas redes revelam-se também "fundamentais para a divulgação do cinema português além-fronteiras", afirma a organização.

O grande desataque das "Actividades Paralelas" vai para Gus Van Sant que estará à conversa com os espectadores, sobre a retrospectiva apresentada na Cinemateca Portuguesa e a sua escolha para a Carte Blanche, a propósito da estreia, a 23 de Setembro,em Lisboa da sua peça de teatro musical, "Andy".

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