Até Outubro as receitas turisticas registaram um volume de 14,5M€

As receitas turísticas, nos primeiros dez meses do ano, subiram 10,5%. Ou seja registaram, segundo o Banco de Portugal (BdP), um volume de 14,5 tendo em 2017 registado 13,1 Milhões de euros.

 

O excedente da balança de serviços cresceu 1.177 milhões de euros até Outubro, sobretudo por causa do turismo e viagens, de acordo com a instituição.

Com esta performance, o saldo na balança neste segmento passou de 9.506 milhões de euros para 10.558 milhões de euros, segundo uma nota publicada no site do banco.

Em sentido contrário, o défice da balança de bens aumentou 1.492 milhões de euros no período em análise, detalhou o BdP.

Segundo o Boletim Estatístico da entidade, sobre as estatísticas da balança de pagamentos, até Outubro de 2018, "o défice da balança de rendimento primário cifrou-se em 5.040 milhões de euros, superando, assim, o défice de 4.240 milhões de euros verificado em igual período de 2017. Este aumento do défice resultou sobretudo do aumento dos dividendos pagos a entidades não residentes em Portugal".

O saldo conjunto das balanças de pagamentos corrente e de capital "fixou-se em 1.175 milhões de euros em Outubro, um valor abaixo dos 2.111 milhões de euros registados no período homólogo", avançou a instituição.

Nos primeiros dez meses do ano, "as exportações de bens e serviços cresceram 6,9% (6,9% nos bens e 7,0% nos serviços) e as importações aumentaram 7,7% (8,3% nos bens e 4,9% nos serviços)", segundo o BdP.

Até Outubro, o saldo da balança financeira registou um aumento dos activos líquidos de Portugal face ao exterior de 1.499 milhões de euros. O BdP justifica esta evolução com a contribuição "do sector financeiro, com o investimento em títulos de dívida emitidos por não residentes", e do próprio Banco de Portugal, "por via da redução de responsabilidades junto do Eurossistema".

A entidade referiu ainda que se verificou o "investimento de não residentes no capital das sociedades não financeiras residentes e em títulos de dívida pública, originando, em ambos os sectores, uma diminuição dos activos líquidos sobre o exterior".

Texto: Lusa

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