APHORT: medidas decretadas pelo Governo para o sector são insuficientes

O turismo que tanto tem dado ao país, não pode agora ser esquecido” afirma a Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo, (APHORT) perante as medidas anunciadas pelo Governo para as empresas do sector.

A APHORT – Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo considera as medidas decretadas pelo  Governo, “insuficientes para o sector do turismo e pede um maior esforço de resposta e de flexibilidade nas condições que permitam salvaguardar a tesouraria das empresas.”


Assim a  APHORT apresentou outras medidas contrapondo as propostas do Governo. Deste modo  a APHORT acrescenta um conjunto de outras medidas que considera fundamentais, tais como:

1. A possibilidade de um lay off mais ágil, no que diz respeito a prazos e processos.

2. A concessão de moratória sem juros, por um período de seis meses, no pagamento da segurança social e do IVA.

3. A concessão de moratória, por um período de seis meses, no pagamento de financiamentos bancários, com juros suportados pelo Turismo de Portugal.

4. A suspensão imediata das taxas municipais que vigoram sobre o setor: a taxa turísticas e a taxa das esplanadas.


Tendo em conta que medidas deste género estão já a ser implementadas em países como Espanha, França e Itália, a APHORT alerta o Governo para a necessidade desta resposta ter um caráter de urgência: as medidas têm que ser exequíveis, acessíveis a todas as empresas e passíveis de serem postas em prática com a maior rapidez possível.

Para além das famílias e dos cidadãos, é imperativo que o Governo possa também proteger e garantir a saúde das empresas. O turismo não pode ser só lembrado quando é conveniente. Este setor, que tanto tem dado ao país, não pode num altura destas ser esquecido”, afirma Rodrigo Pinto Barros, presidente da APHORT.

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