Primeiro Ministro avisa: vacinação não será fácil

Primeiro Ministro avisa: vacinação não será fácil
Divulgação

António Costa na sessão de apresentação do projecto de vacinação apresentado na tarde de hoje avisou que o desafio terá "imponderabilidades".


Falando no encerramento da sessão de encerramento da apresentação do Plano de Vacinação contra a covid-19, aberta por Marta Temido, ministra da Saúde e que decorreu no Infarmed,  António Costa lembrou que “Há agora uma luz ao fundo do túnel, mas o túnel é ainda muito comprido e bastante penoso. Portugal irá adquirir 22 milhões de vacinas, mas essa quantidade de vacinas não chega automaticamente no primeiro dia. Vão chegando escalonadamente e gradualmente ao longo de todo o ano de 2021", declarou


Deste modo a questão que se coloca é simples quem vai receber primeiro a vacina?


250 mil: residentes em lares e internados em unidades de cuidados continuados e respectivos profissionais, surtos nas populações mais vulneráveis, idosos;

  
 400 mil: pessoas com 50 ou mais anos com uma das seguintes patologias: insuficiência cardíaca, doença coronária, insuficiência real e doença respiratória crónica com suporte ventilatória, ou seja, a correspondência exactamente das patologias mais frequentes nos casos graves da doença;


300 mil: profissionais de saúde directamente envolvidos na prestação de cuidados e forças de segurança genericamente de serviços essenciais cuja elencagem tem ainda de ser afinada.


E mais adiante refere-se que

O primeiro conjunto de grupos prioritários são pessoas com 50 ou mais anos com uma das seguintes patologias: insuficiência cardíaca, doença coronária, insuficiência real e doença respiratória crónica com suporte ventilatória, ou seja, a correspondência exactamente das patologias mais frequentes nos casos graves da doença. As pessoas residentes em lares e internadas em unidades de cuidados continuados e respectivos profissionais”, refere Francisco Ramos,

coordenador da Task Force que continua a sua explicação A segunda fase inclui pessoas com 65 ou mais anos sem patologias, reconhecendo que os idosos são o grupo mais vulnerável. O segundo grupo de pessoas, neste caso a partir dos 50 anos e até aos 64, com o alargamento das patologias – diabetes, neoplasia maligna activa, doença renal, insuficiência hepática, obesidade, hipertensão arterial.

Na terceira fase entra o resto da população como explica Francisco Ramos, dizendo que esta estruturação depende do “ritmo de abastecimento” de vacinas.

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