Taxistas vão parar Lisboa e protestar no Porto e em Faro

Os taxistas vão parar em Lisboa, Porto e Faro, protestar contra as plataformas tecnológicas.

 

De acordo com um comunicado enviado, os condicionamentos vão ser maiores nas zonas da Praça dos Restauradores, Avenida da Liberdade, Avenida Fontes Pereira de Melo, Praça Duque Saldanha e Avenida da República, em Lisboa, locais onde se prevê que os taxistas se concentrem.

A Praça dos Restauradores e a Avenida da Liberdade estarão cortadas ao trânsito, a partir das 05:00, com excepção para os veículos de emergência, polícia e transporte colectivo de passageiros, sendo recomendado que as pessoas utilizem os transportes públicos para se deslocar nestas zonas da cidade.

Os táxis ocuparão as faixas ‘Bus’, onde ficarão estacionados, em protesto contra a entrada em vigor, a 01 de Novembro, da lei que regula as quatro plataformas electrónicas de transporte que operam em Portugal – Uber, Cabify, Taxify e Chaffeur Privé.

Também a Câmara Municipal de Lisboa alertou hoje para os condicionamentos de trânsito decorrentes da concentração de taxistas marcada para quarta-feira na zona dos Restauradores, Avenida da Liberdade e Saldanha.

Segundo a autarquia, os autocarros de e para o Aeroporto Humberto Delgado serão ajustados, sendo reforçadas as carreiras 783 da Carris (Aeroporto-Marquês de Pombal) e os Aerobus 1 e 2 da Carristur.

Os taxistas saem para a estrada em protesto, a partir das 05:00 de quarta-feira, contra a lei que regula as quatro plataformas electrónicas de transporte que operam em Portugal – Uber, Taxify, Cabify e Chaffeur Privé – com entrada em vigor prevista para 01 Novembro.

Este será o quarto grande protesto contra as plataformas que agregam motoristas em carros descaracterizados e que viram a lei de regulamentação da sua actividade ser aprovada, depois de muita discussão pública e no parlamento, em 12 de Julho.

A legislação foi promulgada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em 31 de Agosto.

A entrada em vigor acontece em 01 de Novembro, mas o sector do táxi marcou a manifestação precisamente com a intenção de que esta não venha a ser aplicada.

Texto: Lusa

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