Oboé 17, o vinho que de excepção poderá vir a ser regra

Ostenta no rótulo um 17, mas não se trata do ano de colheita, mas de um tinto com 17 graus de álcool e que é já um vinho de culto para apreciadores.

Ao mercado nacional chegam apenas 2.500 garrafas, às quais se junta uma edição especial de 100 garrafas em formato Magnum.

Produzido pela primeira vez em 2011, a quinta edição do Oboé 17 é já um dos lançamentos mais aguardados no mercado. A elevada procura justifica-se pelo próprio perfil único e diferenciador do vinho, que segue uma receita rigorosa da vinha à adega. Por esse motivo, chega quase sempre com quantidades muito limitadas ao mercado.


Para que este vinho seja feito, é necessário reunir um conjunto de requisitos, muitos dos quais dependem apenas da vontade da natureza. Em primeiro lugar, as condições climatéricas, com o tempo a fazer-se sentir atipicamente quente e seco. Depois, a mestria e ousadia do enólogo, que deve controlar, de forma atenta, cada etapa do processo de produção.”, lê-se na nota de imprensa

Por último, mas não menos importante, as características e a qualidade da própria uva.

Os 17 graus de álcool do vinho apenas são conseguidos através da vinificação e fermentação alcoólica das uvas, que no caso do Oboé são provenientes de uma parcela especial de vinha, onde se registam temperaturas muito altas, o que permitem que as uvas atinjam uma elevada concentração de açúcar.

São maioritariamente da variedade Touriga Franca (80%), sentindo-se também o carácter da Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinta Barroca. Segue-se uma longa e lenta fermentação que pode durar entre 28 a 30 dias (contra os 10 dias de um tinto “normal”), com o objectivo de criar uma fermentação lenta e uniforme, e sobretudo capaz de prolongar a vida útil das leveduras.


O resultado é um vinho encorpado e volumoso, como seria de esperar pelo teor alcoólico, mas surpreendente pela elegância, equilíbrio e frescura. A cor profunda revela-lhe os aromas intensos a fruta madura, afirmando-se como companhia perfeita para a gastronomia tradicional portuguesa, desde os típicos assados aos cozidos de carnes fortes. Está ainda à altura de queijos mais apurados.


E se o processo de produção segue uma rigorosa receita, o seu serviço e conservação são também fundamentais para garantir a máxima qualidade do vinho. Deve ser bebido, no início da refeição, a 16ºC, podendo aumentar 1 a 2 graus sem perder o brilho. Para quem preferir adiar a abertura da garrafa, recomenda-se que esta seja guardada num local escuro e frio, idealmente deitada.


O Oboé 17 2016 já pode ser encontrado nas principais garrafeiras do país, em formato 75 cl e 150 cl. A distribuição é exclusiva da OnWine Distribuição Nacional
lembra a nota de imprensa

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