"Downton Abbey", da televisão às salas de cinema

Após um ano e meio de Downton Abbey ter sido exibido na televisão, os Crawley estão de volta.

 

Agora, no cinema, com argumento de Julian Fellowes e realização de Michael Engler, “Downton Abbey”retrata a família Crawley num momento emocionante das suas vidas: o rei e a rainha decidem passar uma noite em Downton Abbey e isso vem “revolucionar” todas as rotinas da mansão e dos seus habitantes.


O tema  escolhido foi o mais adequado para encher de novo a casa senhorial: o Rei George V e a Rainha Mary estão de visita e com eles irão trazer todo o protocolo vigente da época... bem como os seus mordomos, valetes, cozinheiros e serventes.
A confusão está lançada e é isto que o realizador Michael Engler consegue gerir muito bem durante pouco mais de duas horas.

A invasão da cozinha e dos serviços pelos criados reais, a alteração da rotina de todos na mansão motivada pelo visita real, a vontade de que tudo esteja perfeito para suas altezas, originam um burburinho que acaba mesmo por invadir o espectador.

Embora acompanhada por uma banda sonora de excelência todas as peripécias, correrias e intrigas exacerbam sentimentos e causam tensões.
Mas para amenizar a confusão, o luxo e o requinte de um época que há pouco deixou de ser vitoriana mas que mantém os mesmos padrões, são exibidos em profusão.

Michael Engler consegue amenizar alguma tensão com as criticas mordazes e maquiavélicas de Lady Violet (Maggie Smith) que nos fazem sorrir, ou e sobretudo pela revolta dos criados dos Crawley contra os serviçais reais, que não chega a vias de facto por mero acaso.

O filme é brilhante porque a época retratada ajuda e o realizador também.
Se gostou da série na televisão veja agora em tamanho real.

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