Parques e monumentos de Sintra com muitas novidades na chegada do Outono

“Danças com História” no Palácio Nacional de Sintra e “Baco, o Deus do Vinho e da Natureza” nos Jardins do Palácio Nacional de Queluz, são algumas das sugestões

 


Os parques e monumentos de Sintra apresentam muitas sugestões e novidades na sua programação de recepção ao Outono marcada “pela simbiose entre natureza e história.

Depois de “Ervas Silvestres e Flores Comestíveis nos Jardins de Monserrate”,no fim de semana de 14 de Setembro, sábado, pelas 10:30, a Quintinha de Monserrate acolhe a primeira sessão de “Era uma vez na Quintinha”.
Esta actividade dirigida às famílias, permite aos mais novos “tomar contacto com as tarefas típicas de uma quinta”.

Tendo como companheiros de brincadeira os divertidos irmãos Túlio e Tibério, “que estão sempre à procura de ajuda para cuidar dos animais e dos outros trabalhos do campo”, todos podem participar numa aventura que será grande e onde não faltarão, jogos tradicionais e muitas outras surpresas.

No final, todos partilham o pão fresco, amassado e cozido na quinta, e a limonada que o acompanha.

Outra novidade acontece no Palácio Nacional de Sintra, que no dia 21 de Setembro, sábado, recebe “Danças com História”. Recorrendo aos sons, às danças e aos trajes, a Associação Danças com História recria duas épocas que marcaram a vivência do Palácio.
Na Sala dos Cisnes (15:00 e 16:00), as memórias do tempo de D. João I, enquanto que na Sala dos Brasões (15:30 e 16:30) vive-se o reinado do Venturoso, de seu cognome, D. Manuel I.


Também a 21 de Setembro e pelas 10:30 os Jardins do Palácio Nacional de Queluz, recebem a visita de “Baco, O Deus do Vinho e da Natureza”, antecipando o equinócio do Outono.

As estátuas que povoam os Jardins permitem entender “a relação íntima de Baco, ou Dionísio, na mitologia grega, com a natureza e revela os símbolos desta divindade associada à época das colheitas.”

Mas muitas outras divindades, ligadas a Baco, para os romanos ou Dionísio para os gregos, também por ali andam, como “Pã, os Sátiros e as Ménades, sem esquecer a sua companheira Ariadne.”

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