Ciclo de Concertos Espaços da Polifonia inicia em Amares

O Ciclo de Concertos Espaços da Polifonia terá início no dia 27 de Setembro, pelas 21:30, no Mosteiro de Rendufe, em Amares, com o Concerto Cantico Canticorum pelo Ensemble Clepsidra, sob direcção de José Luís Borges Coelho.


O concerto de abertura realiza-se no âmbito da comemoração das Jornadas Europeias do Património, e será antecedido pela Tertúlia Património sempre uma Descoberta pelas 19:00 e por um jantar volante no Mosteiro pelas 20:00.

O Ciclo de Concertos Espaços da Polifonia é uma iniciativa promovida pela Direcção Regional de Cultura do Norte (DRCNorte), no âmbito do projecto Entre o Sagrado e o Profano: "dinamização do património religioso medieval, através da qual se pretende dar maior visibilidade a um conjunto diverso de monumentos classificados e intervencionados sob a tutela da DRCNorte, bem como à sua capacidade de acolhimento do visitante/público" segundo nota de imprensa.

"O Ciclo Espaços da Polifonia propõe-se desenvolver uma série de espectáculos de música sacra, tendo como cenário os templos para os quais foi criada, potenciando, deste modo, um ambiente mais propício à comunicação da sua espiritualidade, ou seja, à sua fruição plena. A DRCNorte vai assim promover um programa de polifonia sacra de autores portugueses, associando duas heranças: a do património arquitectónico e a do património musical" acrescenta ainda a mesma nota.

O Ciclo Espaços da Polifonia decorrerá entre 27 de Setembro de 2014 e 27 de Junho de 2015, encontrando-se os concertos disseminados pela região Norte.
O primeiro decorrerá no Mosteiro de Rendufe, Amares, seguindo-se o Mosteiro de Grijó, Gaia, a Igreja de Castro de Avelãs, Bragança, o Mosteiro de Pombeiro, Felgueiras, a Igreja Paroquial de Stª Leocádia, Chaves, a Igreja de Algosinho, Mogadouro, a Igreja Paroquial de Covas do Barroso, Boticas, a Igreja Matriz de Cárquere, Resende, a Igreja de Santa Clara, Porto, a Igreja do Mosteiro de Leça do Balio, Matosinhos e a Igreja Paroquial de Roriz, Santo Tirso.

"A operação entre o Sagrado e o Profano propõe um novo olhar sobre a identidade do território da região norte construída a partir da relação visceral entre os edifícios de igreja do período medieval e o território, e cria condições para o desenvolvimento de atividades ligadas às "indústrias culturais e criativas", partindo do conceito de "indústria cultural" como expressão da ligação entre Arte e Economia, consequência do desenvolvimento das actividades culturais como importante fonte de riqueza e de trabalho" remata a nota de imprensa.

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