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Cinema São Jorge acolheu Gala “Solidariedade Sem Fronteiras”

O evento, iniciativa do Gabinete de Apoio à Crise (GAC), teve como objectivo "ajudar as crianças que só tomam uma refeição por dia", sinalizadas pelo Ministério da Educação. A noite foi de concertos com bandas de toda a lusofonia.

Na Sala Manoel de Oliveira, no Cinema São Jorge, em Lisboa, o ambiente da noite desta segunda-feira foi de festa por uma causa solidária. Com o apoio de várias entidades, o GAC conseguiu encher metade da Sala Manoel de Oliveira e organizar uma gala que contou com a presença de vários artistas.


Músicos oriundos de S. Tomé e Príncipe, Moçambique, Guiné-Bissau, Portugal, Cabo Verde...músicos de toda a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, como foi o caso de Hélder Moutinho, Heitor Sampaio ou Ana Firmino, que se juntaram para apoiar uma causa solidária.


Madalena Semedo, uma das organizadoras, fez vários apelos à plateia para que apoiassem a população lusófona neste momento de crise, que considerou ser, "por enquanto", apenas financeira e não social. Pediu, também, que fossem solidários e afirmou, mais do que uma vez, que "a solidariedade não é dar, é um gesto; a solidariedade é sentir-se igual a todos os seres humanos".


A responsável afirmou também que "com fome não há paz nem não há democracia", numa noite em que a "tristeza da emigração e do desemprego" foram dos principais temas.


Em Abril, o GAC vai promover uma conferência em Lisboa com oradores de Angola, Cabo Verde e Portugal, cujo objectivo é debater o tipo de investimentos que podem ser feitos para a criação de emprego, porque "o maior desafio dos próximos anos será ter emprego".

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