Melia Hotels Internacional instala serviços para receber doentes infectados

A crise sanitária causada pelo coronavírus que está a invadir de forma violenta os sectores da economia, mas sem dúvida que o Turismo foi a indústria que registou maior impacto negativo.


Que se reflectiu na anulação de viagens e no encerramento de fronteiras praticamente em todo o planeta para evitar a propagação da pandemia.

Com números concretos em cima da mesa, desde o Conselho Mundial de Turismo (WTCC), o alerta vai para a indicação de que o negócio a nível mundial poderá cair uns 25% pondo em risco cerca de 50 milhões de postos de trabalho, uma vez que segundo os seus cálculos cerca de  85.000 pessoas vão deixar de viajar. O que significa que não usarão  nem hotéis, restaurantes ou bares.
Perante este cenário, as unidades hoteleiras como a Melia Hotels Internacional foram fechando portas pouco a pouco.

A pandemia progride de forma rápida e o confinamento é de momento a forma de vida de quase toda a população mundial.
No velho continente já há muito que encerraram, quase todos os hotéis excepto que foram convertido em unidades eventuais de acolhimento de infectados, a fim de aligeirar hospitais, serviços de urgência e cuidados intensivos superlotados.

Espanha, em estado de alarme desde 14 de Março por decreto governamental, está tudo encerrado e paralisado.


Deste modo, Gabriel Escarrer, CEO de Meliá Hotels International, defende “ que a sodariedade que se gerou com esta crise será talvez o mais positivo que tiraremos desta crise. Basta ver a entrega e a esperança das equipas que trabalham em hotéis tornados hospitais, sinto-me ainda mais orgulhoso do pessoal da Melia”

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