Para a AHRESP as novas medidas ainda não são suficientes

Para a AHRESP as novas medidas do Governo são positivas mas ainda não satisfazem todas as medidas que foram exigidas e que são necessárias.


O Governo anunciou novas medidas de apoio que mereceram uma análise cuidada da AHRESP

Reforço de linhas de crédito, pagamentos parcelares do IVA, das retenções na fonte e das contribuições sociais são efetivamente medidas relevantes, mas não suficientes. Urge rápido e simplificado apoio directo à tesouraria das empresas”, refere a nota de imprensa


Para a AHRESP as novas medidas “anunciadas pelo Ministro da Economia como um esforço e preocupação de resposta às nossas propostas discutidas com o Ministério da Economia”, no entanto é necessário mais, nomeadamente no apoio directo à tesouraria das empresas.

Garantir segurança de tesouraria e injectar liquidez nas empresas de forma imediata e eficaz é a prioridade para a manutenção dos negócios e dos milhares de postos de trabalho dos nossos sectores de actividade.

Aguardamos, com muita expectativa, no âmbito das novas linhas de crédito anunciadas, quais as entidades interlocutoras e os respectivos mecanismos de acesso pelas nossas empresas. É da maior relevância assegurar uma plena intervenção das Sociedades de Garantia Mútua, que serão entidades fulcrais na disponibilização destas novas linhas de crédito.


É igualmente urgente que a linha de microcrédito com a dotação de 60 milhões de euros seja urgentemente disponibilizada a todas as empresas da atividade turística, designadamente restauração, empreendimentos turísticos, e em particular hotelaria independente.

A AHRESP insiste que o calendário dos compromissos bancários das empresas com a Banca deve efectivamente ser suspenso e que a moratória, muito oportunamente anunciada, tem urgentemente de ser colocada em prática, assim como agilizar o pagamento dos fundos comunitários.


Relativamente às medidas no domínio do trabalho e segurança social, a Associação insiste também que as medidas de acesso ao lay off sejam devidamente ajustadas às necessidades das empresas, conforme proposta da AHRESP. Só assim se torna acessível ao tecido empresarial da restauração e bebidas e do alojamento turístico., lê-se na nota de imprensa


A AHRESP continua a manter um diálogo permanente e responsável com o Governo, e mantem-se disponível para acompanhar a operacionalização de todas estas medidas, nunca esquecendo o momento dramático que o sector atravessa e pugnando sempre pelos superiores interesses de quem representa.

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