Hotelaria nacional registou quebra em Fevereiro

por: António Manuel Teixeira

A hotelaria nacional não foi beneficiada no mês de Fevereiro, pois segundo os últimos dados divulgados pelo AHP Tourism Monitors, a taxa de ocupação e o RevPar registaram uma quebra face a igual período do ano passado.

 

O “efeito Carnaval” é um dos argumentos avançados pela Associação dos Hoteleiros de Portuga (AHP) para justificar estes valores. “No ano passado, o Carnaval festejou-se em Fevereiro e este ano aconteceu em Março. (…) As alterações de calendário impactam no calendário. De destacar, ainda, que a Madeira está em queda na ocupação há cinco meses consecutivos e que, apesar do crescimento homólogo no ARR, a queda na ocupação já se está a reflectir desde o inicio do ano numa quebra, ainda que ligeira, no RevPar. Isto é, apesar dos bons resultados na TO e no RevPar da Madeira, em termos comparados com outros destinos,  preocupa-nos este registo consecutivo de performance negativa nestes indicadores, sobretudo pela queda dos hóspedes dos mercados inglês e alemão”, referiu Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, conforme noticia do Publituris.

O preço médio por quarto disponível caiu 3%, situando-se nos 37 euros.  Lisboa (57 euros),Madeira (49 euros) e Grande Porto (40 euros) foram os destinos que apresentaram os valores mais elevados.

Também a taxa de ocupação esteve em terreno negativo com uma descida de 2,2 p.p. ou seja, menos 4% face a Fevereiro de 2018, fixando-se nos 53%.

Já preço médio por quarto ocupado teve uma ligeira subida de 1% sendo que os cinco estrelas foram a categoria que registou pior desempenho face a este indicador, com uma variação de menos 2% relativamente a Janeiro deste ano.

A AHP Tourism Monitors é uma ferramenta exclusiva de recolha de dados da Hotelaria nacional trabalhados mensalmente pela AHP,

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