Ao abrigo do Revive foi assinado contrato de concessão do Mosteiro de Arouca

O grupo MS Hotels & Resorts ganhou o concurso de concessão do Mosteiro de Arouca, ao abrigo do programa Revive

 

A concessão é de 50 anos, e o investimento total para a recuperação do edificado estima-se em 3,5 milhões de euros com uma renda anual de 42 mil euros.

O concessionário compromete-se a construir uma unidade hoteleira de 4 estrelas com entre 60 a 70 quartos, spa, piscina interior e exterior e corte de padel. Será também construído um restaurante.”


O Mosteiro de Arouca fundado no século XII pela Ordem de Cister, a sua importância vem do facto de ter sido morada da rainha de Castela, D. Mafalda, filha do rei D. Sancho I de Portugal, entre 1220 e 1256, sendo sepultura daquela rainha.

Desde a extinção das ordens religiosas que se verificou em 1834, que está na posse do Estado.No entanto manteve o cariz religioso até à morte da última freira. Nesse momento todos os bens passaram para Fazenda Pública, e tem tido várias utilizações  nos últimos anos.

Situado no centro de Arouca, desde 1910 que tem a classificação de Monumento Nacional. Embora de estilo classicista romano, nos séculos XVII e XVIII sofreu intervenções de estilo barroco, e já no século XX foi restaurado em duas fases.

Este é o sétimo concurso a ser adjudicado no âmbito do Revive, estando actualmente abertos cinco concursos: Casa de Marrocos, em Idanha-a-Velha; Convento do Carmo, em Moura; Mosteiro de Lorvão, Penacova; Quinta do Paço de Valverde, em Évora e Castelo de Vila Nova de Cerveira.”

Os próximos imóveis a serem lançados em concurso serão o Paço Real de Caxias (Oeiras), o Mosteiro de São Salvador de Travanca (Amarante) e o Forte da Barra de Aveiro (Ílhavo).

A Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, considera que “a conversão deste espaço não utilizado do Mosteiro de Arouca num hotel mostra a dinâmica do programa Revive, e a capacidade que o Turismo está a ter de alargar ao longo de todo território e de ser um instrumento de desenvolvimento regional”.

Por seu lado a Secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, afirma que “com a concessão que agora se concretiza será possível valorizar a herança histórica deste Monumento Nacional classificado e aproximá-lo dos cidadãos. O programa Revive garante, assim, a reabilitação deste importante património , devolvendo-lhe centralidade e atractividade”.

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