"No Hard Feelings"“de Faraz Shariat, marcou a penúltima sessão das longas

por: Zita Ferreira Braga

No penúltimo dia do Queer 2020 foi exibido “No Hard Feelings” de Faraz Shariat, uma história de exilados iranianos



O realizador, também ele iraniano, a viver na Alemanha, retrata a vida de Parvis, filho de exilados iranianos, que na pequena cidade onde vive tem uma vida livre sem responsabilidades e sem muitos objectivos, entregando-se à cultura pop, engates no Grindr e raves.
No entanto foi apanhado a roubar numa loja e condenado a trabalho comunitário.

Esse trabalho leva-o a um centro de refugiados onde trava conhecimento com os irmãos Banafshe e Amon, fugidos do Irão.
Mas Parvis e Amon iniciam uma relação e a situação complica-se.

Embora de certa forma integrados na sociedade alemã, os três amigos são refugiados, vêm de uma cultura diferente, de forma de sentir e pensar completamente opostas às alemãs. Os conflitos surgem sem no entanto se agudizarem.
O realizador de uma forma subtil vai conseguindo passar as dificuldades e os conflitos que um estrangeiro tem na Alemanha, sobretudo alguém vindo de uma país tão diferente.


Criado na Alemanha, filho de exiliados iranianos, Faraz Shariat estudou Artes Media e realizou vários telediscos. O seu trabalho explora a representação dos corpos migrantes nos grandes media e nas narrativas ocidentais.


Neste 26 de Setembro será exibido “La Petite Fille” o filme que encerrará o Queer 2020.

Será também divulgado o vencedor do Queer 2020.

 

 
 

Mídia

RIU Hotels & Resorts

Artigo de Opinião

Subscreva a newsletter oturismo.pt
captcha 

Actualidade