“Make-Up” de Claire Oakley, ou o despertar da sexualidade

“Make-Up” de Claire Oakley, ou o despertar da sexualidade
Queer 2020

“Make-up” é a primeira longa metragem de Claire Oakley retratando o problema da descoberta da sexualidade e da perturbação e confusão que traz ao espírito de quem a sente.



Em “Make-up”, Claire Oakley conta a história da jovem Ruth que decide ir viver com o namorado Tom, num campo de férias , numa estância balnear, com mar pela frente, e distante de tudo.
É um lugar estranho, com mar revolto pela frente e onde as emoções que assolam a jovem são tão violentas como o ambiente que a rodeia.

Entretanto Ruth conhece a empregada da lavandaria, Vicky, que a atrai pela sua independência e descontracção.

 E Ruth entra numa quase obsessão que a transporta para outros lugares que não aquele onde vive. Passa a ver sombras, a ouvir ruídos cuja origem desconhece. É todo um turbilhão de emoções que se agudiza depois de estar com Vicky.

Entretanto Tom separa-se dela porque ouve os rumores do aldeamento que a acusam de andar com a jovem da lavandaria.

Separam-se e Ruth mais uma vez recorre ao turbilhão das ondas para sair da revolução que sente no seu corpo. E Ruth decide continuara com a opção de amizade e quem sabe de amor que escolheu.


Molly Windsor, Joseph Quinn, Stefanie Martini, Theo Barklem-Biggs, Lisa Palfrey, Elodie Wilton são os intépretes deste “Make-up” de Claire Oakley.



Claire Oakley iniciou a sua carreira como assistente de realização enquanto trabalhava como revisora de argumentos.
Em 2014, cofundou a Cinesisters, um grupo de apoio para realizadoras mulheres. Os seus filmes já foram exibidos em mais de cinquenta festivais em todo o mundo.

 

 

 
 

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