Embaixador do Japão e edil de Torres Vedras reforçaram ligações no ART&TUR

Embaixador do Japão e edil de Torres Vedras reforçaram ligações no ART&TUR
O Turismo.PT

O Art&Tur, teve a sua cerimónia de abertura, em Santa Cruz, com homenagem ao japonês Kazuo Dan. O Turismo de Portugal, e a Secretária de Estado do Turismo estiveram ausentes, só a Turismo Centro de Portugal esteve presente.

 

Frente à praia de Santa Cruz, encontrar-se uma pedra escrita em mandarim e em português com o nome "Santa Cruz". Trata-se de uma homenagem ao escritor japonês, que trocou o seu país, por Santa Cruz em 1971.

O embaixador do Japão agradeceu a homenagem que a Câmara de Torres Vedras fez ao cidadão japonês, que viveu em Santa Cruz, "constituindo uma boa ligação com os cidadãos desta bela localidade". Acrescentou que lhe coube a ele "reforçar as ligações de amizade com Torres Vedras, que muito tem feito em prol da divulgação do Japão em Portugal".

O embaixador que em 2020 se celebram os 160 anos do "tratado de amizade entre o Japão e Portugal", frisando que será "certamente um ano para reforçar as ligações entre os nossos países".

No monumento erigido em sua homenagem, pode-se ler um”haiku” (pequeno poema japonês de três versos, de cinco, sete, e cinco sílabas respectivamente) que escreveu como tributo a Santa Cruz e ao seu belo sol Poente.

O realizador Frederico Miranda, foi ao Japão e percorreu todos o caminho de Kazuzo Dan até chegar a Santa Cruz. Confessou que conhece "aquela pedra desde os meus sete anos", no entanto "não entendia "para que servia". Depois foi estudar cinema e "comecei a perceber para que servia a pedra", mas foi com os nipónicos que "me apercebi a importância da pedra".

Frederico, que entretanto conviveu com os japoneses e percebeu o significado de algumas das pedras que estão por ali. Posteriormente foi ao Japão e decidiu fazer "um filme que consagra a história que partilhou com os japoneses pois a pedra simboliza a presença de um poeta japonês que por ali passou e contactou e falou com os pescadores", concluiu.

Kazuo Dan, escritor japonês do pós-guerra, elegeu Santa Cruz, no ano de 1971, como o destino ideal para passar umas merecidas férias de um ano e quatro meses, encantando-se pela beleza da aldeia e pelas gentes que o receberam tendo acabado por ficar definitivamente.

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