A Fundação AIP, a entidade organizadora da BTL-Bolsa de Turismo de Lisboa decidiu face à situação adiar a BTL 2020, indicando como nova data 03 a 07 de Março de 2021
A Fundação AIP, enquanto entidade organizadora da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa comunica a todos os seus expositores, parceiros, visitantes e órgãos de comunicação social “que devido à situação mundial que se vive actualmente com a pandemia do COVID-19” e de acordo com as normas emanadas da DGS – Direção Geral de Saúde e da OMS – Organização Mundial de Saúde, decidiu cancelar a BTL 2020, cuja realização estava prevista de 27 a 31 de Maio.
Depois de ouvir diversos parceiros e ainda entidades publicas e privadas do Sector do Turismo, a AIP concluiu que, continuam a não estar reunidas as condições para poder assegurar a realização da BTL 2020, que passará para os dias 03 e 07 Março 2021.
Deste modo poderão ficar asseguradas “as melhores condições para o restabelecimento das dinâmicas geradas pelo maior evento do sector do Turismo” em Portugal, promovendo os principais produtos e serviços e a participação de visitantes e oradores nacionais e internacionais.
E o comunicado da AIP termina afirmando:
“Conscientes do impacto desta decisão, não podemos deixar de agradecer todo o apoio que nos foi manifestado pelos nossos clientes e parceiros ao longos dos anos na afirmação da BTL como o maior e melhor evento de promoção do turismo em Portugal e estamos confiantes, que em conjunto, seremos capazes de ultrapassar as circunstâncias do momento e seremos capazes de realizar, em 2021, uma BTL ainda mais decisiva para a dinamização da promoção e realização de negócios no sector do turismo.”,
e continua, a terminar “A Fundação AIP, manifesta, no entanto, a sua disponibilidade para em conjunto com os entidades a quem incumbe a promoção do Turismo em Portugal, estudar a viabilidade de, ainda no decorrer de 2020, sujeito às condicionantes do quadro legal vigente, organizar um evento dedicado exclusivamente à promoção, suporte e apoio ao Turismo em Portugal que permita minimizar os impactos económicos decorrentes do Covid-19.”