Nacões Unidas e Governo juntos na Valorização Turística do Património Alimentar Tradicional de Portugal

O Turismo de Portugal (TP) e o Escritório da ONU para Alimentação e Agricultura em Portugal (FAO) assinaram hoje, na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa, um Acordo de Cooperação para a valorização turística do património alimentar tradicional nacional.

 

A cerimónia de assinatura contou com a presença da Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho e do Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, Miguel Freitas, tendo sido apresentado o programa de trabalho da FAO em Portugal e o projecto de cooperação com o Turismo de Portugal.

Este acordo tem como finalidade o apoio técnico da FAO ao TP no desenvolvimento de iniciativas conjuntas com outros parceiros nacionais para a valorização turística do património agrícola e alimentar tradicional, nomeadamente a criação de um prémio nacional, a realização de oficinas de sensibilização nas Escolas do Turismo de Portugal, o desenvolvimento de acções que visem a promoção da sustentabilidade das paisagens agrícolas e alimentares ou a criação de uma rede colaborativa para a valorização dos sistemas e paisagens alimentares tradicionais, bem como no desenvolvimento de acções de cooperação internacional nestes domínios.

Para Ana Mendes Godinho, esta é “uma iniciativa que vai permitir valorizar ainda mais o nosso património gastronómico, os produtos locais e as paisagens rurais que são, cada vez mais, activos que fazem de Portugal um destino autêntico, genuíno e imperdível.  A gastronomia e os vinhos portugueses são cada vez mais factor de afirmação internacional de Portugal. Em 2017, a gastronomia portuguesa gerou cerca de 1.000 artigos na imprensa internacional e este ano, só no primeiro semestre, já ultrapassámos este número e tem uma enorme capacidade de levar quem nos visita a descobrir o território, abrindo o mapa turístico de Portugal”, revelou o Turismo Portugal em comunicado.

Nesta ocasião, o Presidente do TP, Luís Araújo afirmou que "este acordo evidencia a importância que a gastronomia assume na identidade cultural de um país. É um património inestimável que permite uma série de experiências únicas de Portugal enquanto destino, tornando-se num activo turístico de relevância, contribuindo para o posicionamento de Portugal enquanto um dos destinos turísticos mais competitivos e sustentáveis do mundo".

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