França desaconselha viagens para Portugal, mas Augusto Santos Silva diz ser compreensível

França desaconselha viagens para Portugal, mas Augusto Santos Silva diz ser compreensível
Divulgação

O Secretário de Estado da União Europeia, Juan González-Barba, responde ao seu homólogo francês, Clément Baune, e Santos Silva diz que "as preocupações de um Estado amigo, como a França, são compreensíveis".

O governante francês, Clément Baune, descaconcelhou as viagens para Portugal e Espanha, devido à situação epidemiológica "muito preocupante" que vivem. ambos os países.

Através de sua conta no Twitter, González-Barba, contrariou a atitude de Baune, destacando que "é hora de agir com prudência e coordenação a nível europeu, para não causar alarme". “Todos devemos redobrar esforços no processo de vacinação”, acrescenta.

O Secretário de Estado francês para os Assuntos Europeus pediu directamente aos cidadãos que "não reservaram as suas férias, que evitem Portugal e Espanha".

Referiu ser "um conselho de prudência, uma recomendação. É melhor ficar na França ou ir para outros países”, acrescentando que "a situação é particularmente preocupante".

O ministro dos Negócios Estrangeiros, disse esta quinta-feira que compreendia a posição do Governo francês de desaconselhar viagens não essenciais para Portugal, mas lembra que este conselho deve ser enquadrado nas decisões da UE quanto às viagens.

,Augusto Santos Silva afirmou que "a situação de Portugal no que diz respeito à pandemia agravou-se e as preocupações de um Estado amigo, como a França, em relação aos seus cidadãos, no que diz respeito à possibilidade de viajarem para Portugal, são compreensíveis. Trata-se de um conselho”, salientando que esta posição deve ser enquadrada nas decisões da União Europeia (UE) relativas ao certificado digital.

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Em declarações à agência Lusa, o governante lembrou que, desde 01 de Julho, todos os que estiverem vacinados, imunizados ou que realizem teste negativo à Covid 19 podem circular livremente pela União Europeia, sendo excepção: “Nas zonas de muito alta prevalência do vírus, o Estado-membro pode desencorajar viagens não essenciais nessas zonas”. Essas zonas são aquelas que “têm de ter, por exemplo, mais de 500 novos casos de infecção por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias”, explicou. O ministro recordou ainda que as viagens dos emigrantes portugueses, enquadram- se na classificação de viagens essenciais.

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