Tendências de viagem para 2021, segundo o Instituto Português do Turismo

Tendências de viagem para 2021, segundo o Instituto Português do Turismo
O Turismo PT

Em 2021, os turistas terão a segurança sanitária e as condições de higiene no centro das suas decisões antes de comprarem viagens, ou reservarem alojamento ou actividades de animação turística.

Este comportamento será uma das heranças de 2020, e que irá determinar uma maior procura por destinos e serviços que sejam transparentes nas suas políticas de higiene, e as comuniquem de forma clara e integral.

Mais do que nunca, os turistas estarão atentos aos comentários de outros viajantes nas plataformas digitais de avaliação.

O ano de 2021 ainda será um ano de transição. Uma das tendências é que os turistas vão preferir viajar em grupos mais restritos evitando partilhar experiências com outras pessoas.

Além de ser um comportamento que transmite maior sensação de segurança ao turista, permite que "a experiência ou visita seja mais personalizada", criando um sentimento de "maior proximidade com o serviço que está a usufruir, ou com o destino que está a conhecer", afirmou o Instituto Português do Turismo.

Para aproveitar este “upgrade” "os turistas deverão estar, mesmo, predispostos a pagar mais pela exclusividade", afirmou o Instituto Português do Turismo (IPDT).

Embora a vacina para a COVID-19 traga mais optimismo e confiança, os turistas ainda vão manter em 2021 "a tendência de reservar voos, alojamento e experiências mais próximo das datas da viagem".

Os estudos mais recentes apontam que o tempo de consideração diminuiu durante 2020, e "irá manter-se curto pelo menos no primeiro semestre de 2021", sustenta o IPDT.

Em 2020, o período de antecedência da reserva de viagens foi de uma a duas semanas. Em 2021, é expectável que "aumente ligeiramente, mas longe do período de consideração pré-pandemia; dois a três meses".

Este ano os turistas devem procurar mais "actividades activas que lhes permitam exercitar, libertar-se e viver novas experiências". Percursos pedestres, percursos clicáveis na natureza, actividades radicais deverão ser mais procuradas pelo turista actual, pois são capazes de "transmitir mais liberdade e adrenalina".

Nas cidades é expectável que optem por "caminhar mais"– ou utilizem transportes “ao ar livre” – para as descobrir. Os transportes públicos deverão ser "menos utilizados" para se deslocarem entre pontos de visita e, quando forem opção, "sê-lo-ão fora das horas de ponta dos residentes", concluiu o IPDT.

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