Francisco Calheiros afirma que o 12º no ranking mostra "o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido"

A Confederação do Turismo de Portugal (CTP), na pessoa do seu presidente referiu que o 12º no ranking mostra "o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido" pelos agentes do setor, principalmente os privados.

 

Em comunicado, o presidente da organização, Francisco Calheiros, referiu ainda que o desempenho de Portugal, que ascendeu ao 12.º lugar mundial na competitividade do setor, reafirma "o importante papel que o turismo tem vindo a desempenhar na economia nacional".

De acordo com o dirigente, este resultado mostra "o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelos vários actores da actividade turística e em primeiro lugar dos empresários".

"A posição alcançada este ano no 'ranking' geral é a melhor de sempre. Em 2013, o turismo português posicionava-se no 20.º lugar e tem vindo a melhorar a sua 'performance' ano após ano, tendo em 2017 ocupado o 14,º lugar", recordou a CTP no comunicado.

É "importante reflectir também sobre a subida a primeiro lugar na categoria das Infraestruturas Turísticas, que englobam nomeadamente a oferta e a qualidade a nível do alojamento, restauração e conexões de transporte aéreo, ultrapassando países como a nossa vizinha Espanha, Áustria ou Estados Unidos", destacou ainda Calheiros.

Estes resultados foram anunciados hoje pelo Governo e "mostram que a estratégia a 10 anos que construímos para o turismo está a dar resultados. Atingimos a posição mais alta de sempre neste 'ranking', e fomos considerados o país com melhores infraestruturas turísticas em todo o mundo", sublinhou a secretária de Estado do Turismo, citada num comunicado.

Para Ana Mendes Godinho, "Portugal é cada vez mais uma referência internacional no turismo, sendo este relatório uma peça chave para captação de investimento".

Portugal subiu ainda cinco lugares em recursos naturais e culturais (de 20.º para 15.º lugar), em transporte aéreo (de 31.º para o 21.º lugar), na rapidez na adopção de tecnologias (de 41.º para 38.º) ou ainda na priorização do turismo (de 14.º para 12.º), o que reflecte "a forte aposta que tem sido atribuída à captação de ligações internacionais e no alargamento do turismo ao longo de todo o território e de todo o ano", lê-se na mesma nota do Ministério.

O índice avalia 14 itens que depois são usados para medir a competitividade de um país.

Adolfo Mesquita Nunes, ex-secretário de estado do Turismo, no governo de Passos Coelho, lembra: “Quando iniciei funções como secretário de Estado do Turismo, em 2013, Portugal estava no 20.º lugar do ranking da competitividade. Depois das reformas de liberalização, abertura e modernização que aprovámos, deixei o Governo com Portugal em 15.º lugar". O politico salienta também que "hoje, quatro anos volvidos, Portugal continua a subir, e está no 12.º lugar. São boas notícias. E um sinal de confiança no sector privado - é dele que se faz o sucesso".

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