Um adeus ao Comendador Valentim Morais

por: Andreia Pinho

Valentim Morais faleceu em Lisboa a 20 de Maio de 2017.

O corpo esteve em câmara ardente na Igreja S. João de Deus no dia 21 de Maio.
A missa de corpo presente foi no dia 22 de Maio.
O cortejo funebre foi na aldeia de Avô em Oliveira do Hospital. A missa do sétimo dia vai ser dia 26 de Maio ás 20:00 na igreja S.João de Deus em Lisboa com a presença do Padre Vítor Melícias.

Valentim Gonçalves Morais natural da aldeia Avô em Oliveira do Hospital criou uma pequena gráfica nos anos 60 com o nome de "a gráfica Mirandela".
A gráfica começou por funcionar na Calçada do Ferragial, no Cais do Sodré mais tarde mudou-se para a Condessa do Rio na Calçada do Combro. Anos depois em Alcântara, Loures e depois Santo Antão do Tojal, com novas e modernas instalações. A "gráfica Mirandela" desempenhou um papel fundamental para a democratização da sociedade portuguesa, antes e depois do 25 de Abril.
Foram publicados diversos jornais, livros e publicações escritos por personalidades de todos os quadrantes políticos, da esquerda à direita. Apareceram vários jornais como o “Expresso”, “O Emigrante/Mundo Português”, “O Dia”, o “Jornal Novo”, o “Luta Popular" também a impressão diária de jornais como o “24 horas”, o “Metro”, a “Bola”, o “Económico”, o “Público”, o “Semanário”, “O Independente”, o “Diabo”, o “Crime” e revistas. Foi nesta gráfica que o “ jornal i” começou a ser impresso, bem como as revistas da Deco, folhetos de todas as grandes superfícies e livros da editora Leya, entre outras grandes editoras. A amizade com o padre Vitor Melicias veio desde os anos 70, criaram o jornal 'O Emigrante/Mundo Português' com temas dedicados aos portugueses que saíram de Portugal e não tinham acesso a informação. O jornal 'Emigrante/Mundo Português' ainda hoje é o semanário português de maior circulação no mundo.

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