A Casa-Museu Quinta da Esperança é a mais recente atracção turística do Alentejo

A Casa-Museu Quinta da Esperança é a mais recente atracção turística do Alentejo
Divulgação

A Quinta da Esperança, construção centenária e bem conhecida na região alentejana, assume-se como uma Casa-Museu após quatro anos de projecto, estruturação, obras, e lança a primeira fase ainda no decorrer deste ano.

Em comunicado para a imprensa, foi explicado que "para além de preservar e valorizar o Património existente, objecto de requalificação, a Quinta da Esperança pretende reconstituir ambiências que façam dela um todo museológico", que, integrado na beleza da área envolvente e com proximidade da vila de Cuba, situada a 18 Km a norte da cidade de Beja, "contribuirá também para alargar a oferta cultural e turística desta pequena vila", referiu.

A Casa-Museu Quinta da Esperança representa, fará com que Cuba, um concelho com menos de cinco mil habitantes, "veja alargado o número de espaços e museus existentes, e que podem e devem constituir uma rede que integre a programação turística a implementar", sublinhou. São já visitáveis o Eco Palacete do Borralho, o Centro Interpretativo Cristóvão Cólon, o Museu Caluta, do nome de exímio marceneiro da terra, e a estes se juntará em breve a Casa-Museu Quinta da Esperança e depois a Casa do Escritor Fialho de Almeida.

A Casa-Museu Quinta da Esperança esteve em soft-opening durante o período de 2015 a 2017 para "testar o interesse do público", e durante estes anos "fomos surpreendidos com mais de mil visitantes, o que superou as expectativas e indicia o que poderá vir a ser o interesse no futuro", salientou o comunicado.

Na primeira fase de reabertura, a Casa-Museu vai receber grupos de 16 visitantes de hora a hora, somente com visitas guiadas e que duram em média duas horas. “Optámos por esse formato por ser mais fácil controlar a venda de ingressos, e devido ao facto de algumas salas e passagens serem estreitas, o que dificulta também o acesso a grupos maiores”, explicou o responsável do empreendimento, Stevan Lekitsch.

No entanto Lekitsch concluiu anunciando que "a adaptação do projecto passou pela constituição duma empresa de animação turística, que nesta primeira fase já emprega 10 funcionários, sendo estimado que até o final do projecto, o museu venha a empregar mais de 40 pessoas, fomentando os empregos na vila e na região".

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