Museu da Água apresentou-se à Comunicação Social lembrando que é um dos “ex-libris” de Lisboa

Museu da Água apresentou-se  à Comunicação Social lembrando que é um dos “ex-libris” de Lisboa

Numa viagem pelo tempo desde D. João V, foi apresentado à Comunicação Social, uma dos mais extraordinários monumentos da cidade de Lisboa.

Na cerca de um extinto convento Franciscano, ocupado entre 1747 e 1834 pela ordem religiosa dos Barbadinhos Italianos, foi instalado o reservatório final da água transportada pelo aqueduto do Alviela, denominado Reservatório dos Barbadinhos.

Junto ao reservatório foi construída uma estação elevatória a vapor, destinada a bombear água do aqueduto do Alviela para a cidade de Lisboa, que esteve em funcionamento entre 1880 e 1928.
Actualmente preserva as antigas máquinas a vapor e respectivas bombas, testemunhos enriquecedores da arqueologia industrial.

Em 2010, o edifício da estação elevatória a vapor foi classificado como Conjunto de Interesse Público.

Museu da Água apresentou-se  à Comunicação Social lembrando que é um dos “ex-libris” de Lisboa

Numa viagem pelo tempo desde D. João V, foi apresentado à Comunicação Social, uma dos mais espantosos monumentos da cidade de Lisboa.

Na cerca de um extinto convento Franciscano, ocupado entre 1747 e 1834 pela ordem religiosa dos Barbadinhos Italianos, foi instalado o reservatório final da água transportada pelo aqueduto do Alviela, denominado Reservatório dos Barbadinhos.

Junto ao reservatório foi construída uma estação elevatória a vapor, destinada a bombear água do aqueduto do Alviela para a cidade de Lisboa, que esteve em funcionamento entre 1880 e 1928.
Actualmente preserva as antigas máquinas a vapor e respectivas bombas, um testemunho da arqueologia industrial.

Em 2010, o edifício da estação elevatória a vapor foi classificado como Conjunto de Interesse Público.

Nesta iniciativa da APL foi relatado , por Margarida Filipe, todo o percurso da água que hoje chega às nossas casas, incluindo a construção do Aqueduto das Águas Livres, uma iniciativa de D. João V.
Das nascentes, já utilizadas por romanos e situadas em Odivelas até à Mãe d’Água nas Amoreiras há uma série de galerias, ramais e reservatórios. Mas a água chega às casas lisboetas pelo trabalho realizado, aliás que se realizava na Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, onde um maquinaria portentosa fazia chegar a água aos pontos elevados da cidade.


A directora do Museu, Mariana Castro Henriques, levou-nos a visitar o Museu, onde está bem retratada toda a História da água na cidade de Lisboa.
Margarida Filipe também neste espaço nos elucidou sobre os inúmeros painéis que estavam nas paredes.


Seguiu-se uma visita ao Aqueduto, passando por alguns tuneis que nos permitiram avaliar a excelência de uma obra que resistiu ao terramoto de 1755.

Também faz parte da história do Aqueduto, as aventuras de Diogo Alves que levava para o aqueduto quem conseguia enganar para depois os roubar e de seguida assassinar, atirando-os para o Vale de Alcântara. Diogo Alves foi o último bandido a ser executado em Portugal.


Também José Manuel Sardinha, presidente da companhia, fez uma breve apresentação das perspectivas da companhia que abre as portas aos fins de semana para o público poder tomar contacto com o circuito que percorre a água que recebe em casa.
Integrado nas comemorações dos 150 anos da EPAL, realizar-se-ão algumas iniciativas como concertos, peddy papers, Páteo da Água que este ano será ambulante.
A visita prosseguiu pelos tuneis subterrâneos que levam ao Jardim de S. Pedro de Alcântara.

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