"A autopsia de Jane Doe", um filme de terror “Old School” que não deixará ninguém entediado

O filme conta a história de um pai (Brian Cox) e um filho (Emile Hirsch) que são os médicos legistas de um necrotério numa pequena cidade no interior dos Estados Unidos.

A maioria dos casos que recebem costumam se repetir com frequência, o que torna o trabalho monótono. Um certo dia, o xerife da cidade (Michael McElhatton) traz o corpo de uma mulher desconhecida que havia sido encontrada morta e por isso, conforme a linguagem policial americana, passa a ser chamada de Jane Doe. O objectivo dos protagonistas é descobrir os motivos da morte da mulher antes da manhã seguinte.

“A autópsia de Jane Doe” conquista a atenção do público desde as primeiras cenas de suspense e tensão. A trama se passa-se na cave de uma casa, onde se realizam todas as autópsias. O filme traz mistérios e incertezas que estão por detrás do corpo misterioso e desconhecido, instigando o público a querer descobrir, junto com os protagonistas, a origem e o que aconteceu com aquele corpo.

Para os amantes do terror, em especial do estilo “old school”, “A autópsia de Jane Doe” é um filme excelente para manter a atenção e aumentar a adrenalina do telespectador entre uma cena e outra de suspense e terror. Os efeitos sonoros, os efeitos especiais e a banda musical são fundamentais e muito bem trabalhados para trazer realidade à história; dar aquele susto quando ninguém está a espera e criar ansiedade e medo que aos poucos deixam o filme mais agitado, sem cair na monotonia ou tornar-se mais um estereótipo do género.

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