Queer 2015 abre com "Praia do Futuro" de Karim Aïnouz

De 18 a 26 de Setembro, o Cinema São Jorge, em Lisboa, será palco de mais um edição do Queer, um festival onde, para além do cinema, há música e workshops convidam a um encontro alargado

A 19.ª edição do Queer Lisboa está a chegar ao Cinema São Jorge. O programa foi apresentado ontem, afirmando-se cada vez mais exigente, ou não fosse este o festival de cinema mais antigo da capital.


Os intentos de maior abrangência temática são claros, e fruto de uma evolução: "O cinema queer tem progredido no sentido de um olhar para fora da sua "caixa", ou seja, depois de, na década de 90, ter passado por um período de afirmação enquanto género, e de ter exposto as diferentes realidades queer individuais e comunitárias por todo o mundo, tem vindo a olhar ao redor destas realidades, procurando intervir nos desafios do mundo contemporâneo", diz João Ferreira, director do festival, ao Diário de Notícias.


Como é habitual, o Brasil marca uma presença significativa no certame, protagonizando mesmo a sessão abertura, através do filme "Praia do Futuro", de Karim Aïnouz, com o actor Wagner Moura.

Também nos wokshops e na secção Queer Art, que passa a competitiva, a voz dominante é a de um brasileiro, Gustavo Vinagre, respectivamente, com o workshop "Ver ou não ver, eis a questão", e o filme "Nova Dubai", que reflecte o sexo como arma política na luta contra a especulação imobiliária.

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