TAP alcança o quinto lugar na classificação das companhias mais seguras

A TAP integra o TOP 10 das companhias aéreas mais seguras do mundo, sendo a Primeira na Europa e a ficando em quinto lugar a nível mundial.

Foi esta a classificação atribuída para 2022 pelo site AirlineRatings, em Janeiro, que se dedica a avaliar companhias aéreas de todo o mundo, tendo em consideração critérios como: acidentes em cinco anos; registo de incidente sério ao longo de dois anos; auditorias de órgãos governamentais e da indústria da aviação; auditorias governamentais; iniciativas de segurança líderes da indústria; idade da frota, e Protocolos de segurança COVID-19.

A CEO da TAP, citada pela Cision, afirma que "esta distinção honra-nos muito. Continuaremos a posicionar implacavelmente a segurança como prioridade máxima".
 
De acordo com o Editor-Chefe da AirlineRatings.com, "a TAP Air Portugal tem um excelente histórico de segurança e isso não é surpreendente, pois manteve a sua frota jovem e sempre procurou as melhores aeronaves e foi uma das primeiras a adoptar grandes avanços em segurança. O seu registo de incidentes nos últimos dois anos tem sido um dos melhores e a companhia aérea não sofreu uma fatalidade na era moderna".

A TAP Portugal tornou-se uma referência em segurança aérea e os seus protocolos COVID são líderes da indústria", conclui Geoffrey Thomas.
 
Gonçalo Nápoles, Safety Manager da TAP, destaca o elevado compromisso ao longo de vários anos de todos os colaboradores que tornou possível alcançar este reconhecimento.
 
O responsável sublinha que esta distinção “representa a o nível compromisso com a segurança ao longo de anos, a excelência Operacional conseguida pelo trabalho de todos e é a prova de que o trabalho de gestão de risco pode ser feito em consonância com a estratégia e as necessidades de transformação da empresa”. 

Os editores de AirlineRatings.com olham também para os incidentes graves e avaliam todas as dimensões para aferir se estão apenas ligados à companhia aérea ou a outros factores relacionados com o fabricante da aeronave ou questões de ATC. "É fundamental entender por que o incidente ocorreu e como a tripulação reagiu", explica Geoffrey Thomas.

Cision/O Turismo.PT

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