EasyJet introduz Combustível Sustentável em Gatwick

EasyJet introduz Combustível Sustentável em Gatwick
JM Madeira

O objectivo é reduzir as emissões de carbono para a atmosfera, provocadas pela aviação.


A companhia aérea EasyJet opera um total de 42 voos a partir do Aeroporto de Gatwick, que serão alimentados por uma mistura de 30% de SAF Neste MY.

O primeiro voo deste grupo realizou a descolagem na passada terça-feira, tornando-se num marco histórico ao utilizar um combustível sustentável para a aviação e ao ser também a primeira utilização deste produto, por parte da EasyJet, no Reino Unido. “Na easyJet procuramos desempenhar da melhor forma o nosso papel para liderar a descarbonização na aviação”, garantiu Jane Aston.

Este feito, foi conseguido através de um forte empenho de todos os parceiros envolvidos no projecto – fornecedor internacional de combustível de aviação Q8Aviation, easyJet, Aeroporto de Gatwick e Neste, num objectivo preciso de reduzir as emissões de carbono do combustível emitido pela aviação, tentando alcançar emissões líquidas zero na aviação até 2050.

Através destes 42 voos, as emissões de CO2 serão reduzidas até 70 toneladas, o que indica o forte compromisso da indústria em reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e em atingir emissões líquidas zero até 2050. “Estamos a operar os nossos voos da forma mais eficiente possível, pelo que somos, actualmente, a única grande companhia aérea europeia a compensar as emissões de carbono do combustível utilizado em todos os nossos voos”, afirmou a Directora de Sustentabilidade da easyJet.

O combustível em questão é totalmente certificado, produzido a partir de resíduos e matérias primas residuais 100% renováveis e sustentáveis, tais como óleos alimentares usados e resíduos de gordura animal. O SAF Neste My pode vir a alcançar uma redução de até 80% de gases de efeito de estufa, em comparação com a utilização de combustível fóssil para aviões a jato.

A incorporação do SAF nas operações de Gatwick é um acontecimento importante para o aeroporto, demonstrando o seu empenho contínuo em trabalhar com vários parceiros de aviação no âmbito da descarbonização. A própria pegada de carbono de Gatwick em 2019 demonstrou que o aeroporto já está a meio caminho do zero líquido para as suas próprias operações e que, está também empenhado em atingir o zero líquido de emissões diretas até 2040.

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