Boeing 737 MAX proibidos de voar

A Boeing recomendou a 16 companhias aéreas de não viajar com estes aviões e na Europa, os principais proprietários são TUI, a desaparecida Norwegian e Icelandair.

Desta vez não foi necessária uma tragédia para que a Boeing ordenasse a paralisação de uma parte importante da frota de aviões 737Max, devido a um problema no sistema eléctrico.

Dezasseis companhias aéreas receberam a recomendação da Boeing para paralisar estes aviões até que se resolva o problema detectado.
Não se sabe quantas companhias serão afectadas por esta nova paralisação de aviões, mas sabe-se que United Airlines, Southwest Airlines e American Airlines estão entre elas.

Na Europa os principais proprietários são a TUI, a desaparecida Norwegian e a Icelandair. A Ryanair ainda não pôs nenhum desses aviões a voar e que "têm uma certificação diferente".

A companhia aérea Southwest, que possui a maioria dos aviões 737 Max que operam no mundo, afirmou que o problema "afecta 30 dos 58 aviões da sua frota", referindo também que "os aviões serão substituídos por outros aviões" e que “antecipa uma interrupção mínima das nossas operações”, uma vez que voa com o Max num horário limitado e os aviões representam só uma fracção dos seus aviões em serviço.

A United afirmou que o problema afecta 16 dos seus 30 aviões deste modelo. “Estamos a trabalhar para alterar o avião e minimizar o impacto nos nosso clientes” referiu um porta-voz. “Estamos em comunicação com a Boeing para compreender o cronograma para devolver o avião de maneira segura à nossa frota. Não sabemos quando tal poderá acontecer”.

Por seu lado a American afirmou que "o problema afecta os 24 aviões 737 Max". Mas vão continuar a operar com os 17 aviões que "foram construídos durante e depois dos acidentes e entregues à companhia desde Novembro". Isto significa que quanto mais novos os aviões maior possibilidade de falha.

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