O acordo assinado entre a TAP e o Sindicato dos Pilotos da aviação Civil (SPAC) vai implicar um corte salarial de 50% em 2021.
Segundo o acordo assinado pelo governo e a SPAC esta quinta-feira cessarão no ano em curso os contratos de 458 pilotos e não os 895 efectivos
A redução de efectivos acompanhada de medidas de voluntárias a adoptar pela empresa e que serão anunciadas em breve, terá lugar de forma progressiva.
O acordo de emergência assinado entre o Governo e o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), no âmbito da restruturação da TAP,”prevê cortes salariais de 50% este ano, descendo progressivamente até uma redução de 35% em 2024, noticiou este sábado o jornal online “Eco”.”
Para 2022 está determinado e acordado um corte de 45%, em 2023 de 40%, “percentagens que são em todos os anos abrangidas pelo acordo superior ao corte geral de 25%”.
Ainda segundo o “Eco”, citando o acordo já referido, o “adicional” serve para manter postos de trabalho, sendo que este ano cessam os contratos de 458 pilotos e não os 895 efectivos anunciados anteriormente.
A redução de efectivos será depois feita de forma progressiva, acompanhada de medidas de voluntárias a adoptar pela empresa e que incluem a cessação por acordo de contratos de trabalho, acordos de pré-reformas, reformas por velhice antecipada e trabalho a tempo parcial.