O mundo está mais bloqueado hoje do que praticamente em qualquer momento nos últimos 12 meses, lamenta a IATA.
Pouco ou nada se alterou em 2021 na maltratada indústria aérea. Depois de deixar um 2020 que durante décadas será lembrado como o pior ano da história da Aviação, as companhias aéreas enfrentam 2021 com um moderado optimismo baseado no inicio da vacinação a nível mundial IATA pede que os vacinados possam viajar livremente. Mas as esperanças esfumaram-se muito rapidamente.
“ O optimismo de que a chegada e a distribuição inicial de vacinas conduziria a uma restauração rápida e ordenada das viagens aéreas mundiais desvaneceu-se perante as permanentes mutações da doença”, explica o director geral e CEO da IATA, Alexandre Juniac.
“O mundo está mais bloqueado hoje que em qualquer momento nos últimos 12 meses e os passageiros enfrentam uma desconcertante variedade de restrições que mudam rapidamente e que não estão coordenadas a nível mundial”, lamenta
O lobby aéreo revela que o volume de reservas realizadas em Janeiro de 2021 foi desastroso, diminuído em 70% em comparação com o mesmo mês do ano anterior. “Isto exerce uma maior pressão comparando com o mesmo mês do ano anterior” e alerta “ isto exerce uma maior pressão sobre as posições de efectivo das companhias aéreas” remata Juniac.
IATA prevê para o conjunto do ano um incremento das reservas em 50,4%, o que suporia chegar a 50,6% de passageiros alcançados e, 2019. Não obstante adverte que “ existe um grave risco se persistirem as severas restrições de viagem como resposta a novas variantes”. Se tal acontecesse, só se produziria uma subida de 13% relativamente a 2020, deixando à industria 38% dos níveis de 2019. “
“Lass aerolineas requereram um apoio financeiro contínuo dos governos para continuarem a ser viáveis” acentua De Juniac