Ryanair prevê uma queda de mil milhões de euros

Ryanair prevê uma queda de mil milhões de euros
Divulgação

As reservas caíram cerca de 82% no terceiro trimestre de 2019, cerca de 340 milhões de euros e o número de passageiros da low cost, reduziu cerca de 78% até aos 8,1 milhões de passageiros

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A Ryanair, a companhia low cost prevê que as suas perdas possam chegar aos mil milhões de euros neste período fiscal, que acaba  a 31 de Março.


A companhia radicada em Dublin assegurou na segunda que enfrenta o ano “mais difícil” da sua história, resultantes dos estragos provocados pela pandemia do corona vírus no sector. Segundo a informação actualizada no seu terceiro trimestre fiscal (Outubro-Dezembro) a companhia registou perdas brutas de 307 milhões de euros, depois do montante positivo obtido de 88 milhões pelo mesmo período do exercício anterior.

Ryanair informou em comunicado que as suas reservas caíram 82% relativamente ao terceiro trimestre de 2019, até aos 340 milhões de euros, enquanto que os custos operativos ficaram pelos 670 milhões de euros, 63% menos.

A companhia lembrou que as restrições impostas às deslocações aéreas pela pandemia tiveram um forte impacto na procura de bilhetes e o tráfego de passageiros reduziu 78%, até aos 8,1 milhões de euros.

Como anunciamos no passado 07 de Janeiro, a Ryanair prevê que os ultimos confinamentos e a introdução do requerimento do teste de COVID provocará uma redução do calendário de voos e tráfego até à Semana Santa”.
A mesma nota assinalou ainda que “a previsão de tráfego para todo o ano é de entre 26 e 30 milhões de passageiros
A companhia voltou a insistir no facto de que a crise sanitária continua “a causar estragos no sector” pelo que prevê que as perdas deste ano fiscal se situarão entre 850 e 950 milhões de euros.

Este exercício de 2021 será o mais difícil nos 35 anos de da história da Ryanair” sublinha o comunicado da companhia irlandesa, líder na Europa do sector dos voos lowcost.

No entanto no mesmo comunicado, a empresa destacou que depois da crise da Covid e dos programas de vacinação, os custos serão menores e os balanços de contas serão mais sólidos que os dos seus competidores.


Tal facto permitirá financiar bilhetes mais baratos e incorporara aviões de preço mais baixo para conseguir lucro das muitas oportunidades de crescimento que estarão disponíveis em todos os mercados europeus, sobretudo onde as companhias aéreas reduziram substancialmente a sua capacidade ou já faliram” acrescenta a companhia.

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