IATA avisa em comunicado que a recuperação será dificil

A IATA avisa em comunicado que sendo certa a previsão do endividamento global “o sector crescerá 28% face a 2019, o que tornará mais difícil e prolongada a recuperação da crise”.

E acrescenta ainda que , “os governos alocaram 112 mil milhões de euros em ajudas financeiras ao sector e, deste valor, 61 mil milhões terão de ser reembolsados”recorda.

Para a associação é vital, que as transportadoras devem “queimar” perto de 55 mil milhões de euros só no segundo trimestre deste ano.

“A ajuda governamental está a ajudar a manter a indústria à tona. O próximo desafio será evitar que as companhias aéreas se afundem com o peso da dívida que esta ajuda está a criar”, na opinião de Alexandre de Juniac, director-geral e presidente executivo da IATA.

Ainda segundo aquele dirigente, “saldar a divida aos governos e credores privados significa que a crise se irá prolongar para além do tempo que levará à recuperação da procura”.

A América do Norte é a região com mais ajuda prometida (25% das receitas totais de 2019, ou 60 mil milhões de euros), seguida da Europa, com 15% (27,5 mil milhões de euros).

E Alexandre Juniac acrescenta que “Muitas companhias aéreas precisam desesperadamente de ajuda financeira. Para os governos que ainda não agiram a mensagem é que ajudar as transportadoras a melhorar a sua posição financeira com subsídios ou subvenções irá colocá-las numa melhor posição para a recuperação”.


Mas para a IATA, o futuro depois da pandemia será “duro”, tendo em conta as medidas de controlo que “irão aumentar os custos das operações”, sendo que estes custos serão distribuídos por “um menor número de passageiros”, sem esquecer as metas ambientais e a dívida, sublinha.

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