TAP transportou 16 milhões em 2018, acusando um crescimento de 10%

Em 2018 as rotas da Europa, à excepção de Portugal,  os passageiros dos Açores e Madeira e as rotas africanas foram algumas das responsáveis por este crescimento substancial da Transportadora Aérea Portuguesa.


Em 2018 a TAP transportou um total de 15,8 milhões de passageiros, o que, face a 2017 significa um crescimento de 10,4, muito acima do crescimento médio das outras companhias aéreas na Europa.

Nos voos entre Lisboa, Porto e Faro, a TAP transportou pela primeira vez mais de um milhão de passageiros, sendo que, por sua vez os voos para a Madeira e os Açores registaram o maior crescimento relativo.

As rotas africanas registaram um aumento considerável de passageiros e a grande aposta da TAP no mercado norte americano revelou-se uma aposta importante pelos resultados obtidos, um aumento de 9,6 % no número de passageiros transportados.

O Brasil continua a registar um forte aumento de passageiros tornando-se as rotas para aquele país determinantes no crescimento da TAP.

A nota de imprensa da TAP revela ainda que : “Quanto aos principais indicadores utilizados na indústria do transporte aéreo, em termos de ASK (assentos disponíveis por quilómetros voado, uma medida de oferta de lugares), a TAP teve em 2018 um crescimento de 12,3 por cento, para um total de 47 milhões.”


Por outro lado refere a mesma nota que “o RPK (número de passageiros pagantes por quilómetros voados, uma medida de procura de lugares) cresceu 9,6 por cento, para um total de 38 milhões.

 Estes indicadores mostram claramenteque o crescimento da TAP foi acima das médias europeia e global.

Uma vez que o crescimento da oferta (ASK) foi superior “em 2,7 pontos percentuais ao aumento da procura (RPK), o Load Factor (taxa de ocupação dos lugares oferecidos) foi de 81 por cento, menos dois pontos percentuais do que em 2017, colocando a taxa de ocupação da TAP em níveis semelhantes aos da média das restantes companhias europeias (81,7 por cento).”, termina a referida nota de imprensa.

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