Alojamento Local dos Açores pede "melhor distribuição do fluxo de passageiros desembarcados nos Açores"

por: António Manuel Teixeira
Alojamento Local dos Açores pede "melhor distribuição do fluxo de passageiros desembarcados nos Açores"
O Turismo PT

Em Março de 2023, o Alojamento Local (AL) registou um aumento das dormidas de 24,3% nos Açores, em comparação ao mesmo mês do ano passado.

Os dados, divulgados recentemente, pelo Serviço Regional de Estatística, sobre a actividade turística em Março, indica que o AL registou 59,3 mil dormidas, sendo que os residentes em Portugal representaram 22,9% dessas dormidas, com uma diminuição de 0,5% face ao período de 2022, enquanto os residentes no estrangeiro representaram 36,3 mil dormidas, o que se traduz num aumento de 47,6% relactivamente ao período equivalente.

O número de hóspedes atingiu os 16,8 mil, o que representa um acréscimo da taxa de variação homóloga de 27,5%.


Para a Associação do Alojamento Local dos Açores (ALA), estes dados são "globalmente positivos, embora seja necessário desagregar estes indicadores, já que os mesmos não se comportam da mesma forma em todas as ilhas", refere em comunicado.


Nos primeiros três meses deste ano registaram-se 146,4 mil dormidas no Alojamento Local, sendo este um valor superior em 34,3% ao registado no mesmo trimestre do ano passado, mas enquanto se verificam aumentos em São Miguel (32,9%), São Jorge (32,0%), Pico (16,2%) e Faial (3,7%), face ao período homólogo, as ilhas de Santa Maria (-36,7%), Graciosa (-22,6%), Terceira (-1,4%) e Flores (-0,9%) registaram os resultados negativos referidos atrás, quando comparados com o mesmo período de 2022, explica a ALA

A ilha do Corvo não registou dormidas declaradas nestes meses.

Por números absolutos, a ilha de São Miguel registou 45,1 mil dormidas, representando 76,0% do total da Região, seguindo-se a Ilha Terceira, com 6,2 mil dormidas (10,5% do total regional), a Ilha do Faial, com 3,18 mil dormidas (5,4%) e o Pico com 3,16 mil dormidas (5,3%).
Tendo em conta esta realidade, a Associação alerta para a necessidade de promover uma "melhor distribuição do fluxo de passageiros desembarcados nos Açores, contribuindo assim para a inversão da evolução negativa registada em quatro das nove ilhas".


Por outro lado, torna-se cada vez mais evidente, a necessidade de "acelerar a promoção do Destino Açores, tornando-a também mais eficaz" e beneficiando as nove ilhas do nosso Arquipélago.
Com estas medidas, a ALA entende que será mais fácil aos empresários do AL, alcançar "uma estabilidade necessária e duradoura, para assegurar a continuidade da actividade que tão bem tem servido o sector do Turismo na Região e, por conseguinte garantir a manutenção dos postos de trabalho criados".

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